Arquivos Funcionários - Prof. Rotter
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CUIDE BEM DAS PESSOAS!

CUIDE BEM DAS PESSOAS!

“Como você pode humilhar e menosprezar alguém e querer que ela se preocupe com a qualidade do produto ou serviço?”
Quando Tom Peters escreveu esta frase de extremada sabedoria realística, certamente incorporava a indignação que nós consultores sentimos diariamente ao perceber empresas tratando colaboradores como “gado”; acreditando que estes são absolutamente incapazes de SENTIR.
Ainda existem empresários e gerentes que acreditam no ditado “manda quem pode e obedece quem tem juízo”. Vivem na idade da pedra. Se o colaborador é ruim, isso é devido a três hipóteses: ou foi mal contratado, ou foi mal treinado, ou está sendo mal liderado. Em todas elas o empresário é o grande responsável e não cabe aqui nenhum motivo para advertência: admoestação, suspensão, demissão. Cabe sim, uma reflexão profunda sobre o papel que a empresa tem, de terceira escola de pessoas que realmente querem trabalhar.
Ao longo de minha carreira como executivo aprendi que ninguém sai de casa para destruir a empresa que trabalha, salvo uma extremada falta de habilidade do gestor de lidar com o capital humano. Estas são as pessoas que lhe trazem lucratividade e que não podem ser penalizadas por terem escolhido a carreira de “empregados”. Todas são dignas e merecem, acima de tudo, RESPEITO.
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GERENTE LÍDER INCENTIVA SUA EQUIPE A ESTUDAR

GERENTE LÍDER INCENTIVA SUA EQUIPE A ESTUDAR

 

Num século onde o domínio do conhecimento é vital para as corporações, não se pode mais aceitar gerentes “jurássicos” que buscam cercar-se de colaboradores desinformados. O incentivo ao estudo deve ser uma diretriz de qualquer empresa de pequeno, médio ou grande porte. E quem deve ser este incentivador? O Líder. Mesmo que ele não se sinta capaz ou em condições de fazer um curso superior, técnico ou rápido, deve incentivar seus colaboradores a fazê-lo.

Conheci um Gerente Operacional extremamente experiente que tinha apenas o 2º Grau, na época em que não haviam cursos a distância ou pela Internet que incentivassem seus colaboradores permanentemente aos estudos. Mas quando um deles se formava, ele era o primeiro da fila na formatura aplaudindo seu subordinado.

Um Líder transformador, como dizia Deming, tem como tarefa primordial formar outros líderes transformadores. Eu pessoalmente acredito que um Gerente que após dois anos no mínimo de empresa que deseje sair, e não tenha em seus quadros alguém capaz de sucedê-lo com competência, fracassou.

Formar novos líderes é uma tarefa magnânima gerencial, e verdadeiros líderes o fazem com maestria; Isto é ter juízo.

Uma ótima semana a todos!

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REUNIÕES MOTIVADORAS

REUNIÕES MOTIVADORAS

 

As reuniões empresariais são ferramentas da mais alta relevância para qualquer grupo de trabalho, por isto devem ser tratadas como um dos momentos mais especiais da rotina empresarial. Uma celebração pela reunião de um grupo de pessoas ao redor de uma mesa e de um objetivo comum.

Reuniões desorganizadas, sem controle de tempo, longas, cansativas, pesadas, são improdutivas, as pessoas faltam ou chegam aos poucos, vagarosamente, sem vontade e com medo. O medo é o maior inimigo da Qualidade. Para que as reuniões conquistem uma participação entusiasmada e comprometida, a Liderança precisa criar a cultura das reuniões de planejamento, não de críticas, otimistas e não ameaçadoras, descontraídas e inovadoras, de onde os colaboradores saiam certos de que foi útil, gerou decisões as quais irão trazer resultados para a qualidade do trabalho da empresa e das pessoas que nela atuam. Algumas dicas básicas para os líderes:

a) Convoque a reunião com antecedência;

b) Solicite a cada participante os assuntos a tratar, e o tempo necessário para abordá-los;

c) Com estes dados, fixe hora para início e término da reunião;

d) Nomeie um facilitador, o qual deverá organizar a reunião, os assuntos, tempos, participações; e o registro das decisões resumidamente pontuando: “assunto” e “decisão”. O que não gerar decisão não merecerá registro;

e) Antes do início das reuniões futuras o facilitador deverá acompanhar o progresso das ações planejadas nas reuniões anteriores; importante não impor prazos – estes devem ser negociados com os participantes;

f) Durante as reuniões oriente, aconselhe e elogie muito, deixando as críticas para fazer em caráter reservado.

Norberto Rotter

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CORDIALIDADE VENDE!

CORDIALIDADE VENDE!

Se em tempos de prosperidade tratar o cliente com cordialidade ajuda a vender, imagine em tempos de crise. Dar as boas vindas, usar sempre as expressões “por favor”, “muito obrigado”, “volte sempre”, são expressões que aproximam, conquistam, prendem as pessoas. Estas práticas estão cada dia mais distantes da nossa rotina, sobretudo dos jovens que estão entrando no mercado de trabalho em sua maioria contaminada pelo chamado “internetês”.

Gestos como falar em pé com quem está em pé (salvo exceções funcionais), oferecer um assento, conduzir o cliente a um setor da empresa que ele demonstra desconhecer, a bondade nas palavras,  carinho nas expressões, são gestos e atitudes essenciais à comunicação saudável e aumentam o valor da sua empresa, seus produtos e serviços na visão dos clientes.

Nesta segunda-feira cedo reúna seus colaboradores e fale uns  quinze minutos sobre este assunto, promova um pacto pela cordialidade e reduza os efeitos da crise nas vendas.
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Posso usar fones de ouvido enquanto trabalho?

Posso usar fones de ouvido enquanto trabalho?

O uso de fones de ouvido tem causado debates, conflitos e incertezas dos gestores nas corporações. Se por um lado algumas empresas acreditam que pode ajudar no trabalho, outras nem tanto.

A mim cabe esclarecer que, primeiro o empregador detém um direito trabalhista que lhe confere o direito de vigiar, fiscalizar ações que possam prejudicar o trabalho, proibi-las no caso de celulares, e até utilizar sistemas de bloqueio de internet por exemplo.

Riscos de usar fone de ouvido no trabalho

Por outro lado assinalo alguns riscos para a carreira e para trabalhadores que deste recurso fazem uso a saber:

Perda da concentração, pois neurologistas afirmam que nosso cérebro não da conta de tarefas complexas e que necessitam atenção, dividindo-as com outros sentidos como a a audição;

Perda de gestos, movimentações de pessoas, sinais do ambiente, enfim comunicações puramente visuais passadas pelos colegas ou chefes enquanto escuta música, sinais estes, muitas vezes importantes para a compreensão de determinada rotina;

Risco de acidente em atividades industriais , condução de veículos e outras;

Perda da capacidade auditiva, já que médicos especialistas recomendam utilizar o volume dos fones em no máximo 60% do volume total, atitude adotada por poucos usuários.

Por último perda do humor pois especialistas também afirmam que o repertório escolhido pode afetar no mau ou bom humor e correlata motivação do usuário.

Fones de Ouvido no Trabalho

Sendo assim vão as dicas: Durante o expediente execute o seu trabalho, utilizando-se da música somente se ela for fator comprovadamente decisivo no resultado dele, como por exemplo numa seção de yoga.

Caso para você seja fundamental o uso dos fones e sua empresa não impôs nenhuma regra, converse com seu líder e pergunte o que ele pensa a respeito. Isto significa ser profissional. Assine seu trabalho com excelência!

Apertem os Cintos o Cliente Sumiu

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NADA NA EMPRESA É SEU (Salvo suas competências)!

NADA NA EMPRESA É SEU (Salvo suas competências)!

Em diversos processos de desenvolvimentos empresariais como Consultor e até nos meus tempos de executivo, quando algumas mudanças de layout de escritório se faziam necessárias alguns problemas apareciam, e por incrível que pareça eles se repetem nos dias de hoje. Colaboradores colocando resistência em mudar de sala, de mesa e/ou de equipamentos, referindo-se erroneamente aos velhos chavões “mas a minha sala”, “mas a minha mesa”, etc.

O ser humano é um ser conquistador e é natural sua necessidade de estabelecer “posses” mesmo que estas não sejam reais; no mundo corporativo, esta ilusão se torna mais gritante. Nossa mesa e nossa sala passam a ser nosso “porto seguro”. Temos a sensação que estes objetos físicos nos dão status e segurança quando a verdadeira segurança é ancorada pela nossa ação realizadora e nossa capacidade de aceitar as mudanças como oportunidades de crescimento, como verdadeiros desafios. Numa indústria madeireira implantamos uma mudança de layout que determinou que o Supervisor Operacional abandonasse sua sala cheia de mordomias e status físico para ocupar uma mesinha no meio do pátio de Produção. Aceitando com segurança e humildade a mudança, o Supervisor em três meses foi promovido a Gerente aumentando seu salário em 300%. Isto é ter juízo.

Quando alguém lhe propor algum tipo de mudança no seu posicionamento físico e que seja inteligente quanto à produtividade, abra mão de sua vaidade visual, enfrente o desafio e prove ser um profissional moderno. Prove seu valor, ele será sempre maior que uma mesa ou uma sala.

Um ótimo final de semana a todos!