Blog - Página 2 de 9 - Norberto Rotter
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RELACIONAMENTO TAMBEM É INTERESSE

RELACIONAMENTO TAMBEM É INTERESSE

Em Paris ontem observando o descaso que um enorme restaurante tratava os turistas de todo o mundo, resolvi escrever sobre o poder do interesse. Como na vida o varejo é movido por interesse, nos aproximamos das pessoas interessados por algo que elas possam nos oferecer. O varejo atende bem sempre que interessado no retorno do cliente, na venda futura, em fazer uma boa pré-venda, etc. No caso deParis, já sabia antes de viajar que teria o melhor dos tratamentos, mas não sabia o quão frio e distante seria.

Mas me perguntava: que interesse teria aqueles garções de nos atender bem? Paris é invadida diariamente por milhares de turistas do mundo inteiro que jamais voltarão naquele local, muito menos voltarão à cidade. E se tratá-los mal, tudo bem. Noutro dia outros milhares virão mesmo sabendo que são maltratados.
Conclui que Paris vive do patrimônio construído pelos seus ancestrais. Os jovens faturam em cima do que os cidadãos construíram séculos atrás, pouco preocupados em construir algo novo hoje.
No Brasil encontramos tratamento semelhante em diversas cidades e estabelecimentos, nos quais aconteça o que acontecer o turista lá estará. Fica a lição para refletirmos. Se não houver interesse  no relacionamento com os clientes, que haja pelo menos educação.
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PESQUISA DE MERCADO – TER OU NÃO TER

PESQUISA DE MERCADO – TER OU NÃO TER

Todas as decisões relacionadas a novos negócios contêm certo grau de incerteza. O risco mesmo calculado requer muitas medidas preventivas , afinal de contas como diz o ditado “ dinheiro não é capim” que nasce sem que sem precisar da nossa ação.

Quando se quer alcançar um objetivo , nada melhor do que conhecer ao máximo o caminho a ser percorrido seus rsicos e desafios. A pesquisa de mercado passa a ser um recurso de importância capital nesta hora.Assim, o sucesso de uma pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões. Pesquisar o mercado e as condições reais de produção da sua idéia quanto ao publico alvo, demanda potencial, a procura , a necessidade, a concorrência, a compatibilidade  do preço de venda estimado com o poder aquisitivo  do público alvo, entre outros,  são dados importantíssimos.  Muitas idéias ótimas são extintas pelo mercado por falta de pesquisa .

Embora uma pesquisa de mercado efetivada de maneira cientifica e obedecendo os requisitos técnicos padrão  não seja um investimento baixo para empresas nascentes,  vale a pena adotar esta ferramenta. Caso não seja possível contratar,  empreendedores  antenados  pesquisam usando o meio social, as redes de relacionamento profissionais, familiares, fazem ensaios, virtuais,  também  locais onde vão atuar,  coletam dados ,  tabulam as informações,  e assim conseguem adotar medidas estratégicas e tomar decisões mais seguras quanto ao  novo negócio.

Reduzir os riscos de falência, prejuízos e frustração também faz parte do Planejamento.

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DÊ OLHO NO PLANEJAMENTO!

DÊ OLHO NO PLANEJAMENTO!

Quem não sabe para onde vai está a deriva!! Já vi grandes idéias e grandes empreendimentos sucumbirem à falta de planejamento. Nós latinos somos emocionais, imediatistas e além disto temos uma mania terrível de agir por impulso. De impulso em impulso vamos cometendo erros e acertos. E quando os acertos dão mais resultados que os erros !! (normalmente despercebidos) aí nos sentimos mais estimulados a agir por novos impulsos.

Estatísticas comprovam que a falta de planejamento pode acarretar em média perda de 30%  de faturamento bruto além de agregar desmotivação, rotatividade, retrabalho, entre outras. Portanto reúna sua equipe e planifique as metas da empresa,  a exploração dos pontos fortes , as estratégias para redução ou eliminação dos pontos fracos,como aproveitar as oportunidades, como enfrentar os desafios externos do mercado, da economia para os próximos três , seis e doze meses.  Mas não esqueça também de estabelecer métodos que  “garantam a qualidade”; ou a verificação sistemática do plano traçado,  seus resultados, desvios e correções.

Agindo assim estará mapeando os passos a serem seguidos no gerenciamento da rotina diária e o crescimento organizado da sua empresa.

Vivemos momentos de desafio,  e sairão vencedores aqueles que tiverem  visão fazendo  do planejamento permanente, uma ferramenta poderosa.

Pense nisto e sucesso sempre!

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MUDAR DE EMPREGO OU DE FUNÇÃO?

MUDAR DE EMPREGO OU DE FUNÇÃO?

Comumente encontro colaboradores valiosos atuando em setores diversos das corporações, porém insatisfeitos com seu trabalho. Quando desencadeamos uma Pesquisa de Clima, percebemos que muitas vezes pessoas valiosas para a empresa e que querem trocar de emprego por insatisfação, em verdade ocupam posições para as quais não tem perfil. Se fossem devidamente entrevistadas e minuciosamente avaliadas, teriam suas competências e talentos melhor aproveitados em outras funções ou departamentos.

Uma empresa na prática funciona como tabuleiro de xadrez, onde cada um exerce seu papel ou deveria exercer de acordo com a sua total capacidade de empreender individualmente por seu máximo. É recomendável, portanto, que as lideranças empresariais atuem diariamente de forma humanística e investigativa, procurando melhorar o posicionamento da sua força ativa de trabalho. Muitas vezes, transferir um colaborador de setor o fará triplicar seus potenciais e sua motivação. Líderes devem ser maestros utilizando seu talento para harmonizar ‘’equalizadamente’’ sua equipe em busca dos objetivos empresariais, pense nisso!

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JOVENS OU APOSENTADOS?

JOVENS OU APOSENTADOS?

Tenho sido questionado por diversas vezes nos últimos tempos sobre qual a melhor opção: contratar jovens inexperientes ou senhores e senhoras aposentados, para frentes de trabalho emergentes? Confesso que tenho ficado dividido na medida em que percebo jovens em busca de trabalho imediatista e para atender necessidades prementes. Ao mesmo tempo, percebo também aposentados, senhores e senhoras, que após longos anos de empenho e dedicação não encontram em suas aposentadorias a estabilidade recompensadora que esperavam.

Estas pessoas calejadas, pelo contrário, além de querer provar que ainda são úteis, demonstram invariavelmente maior dedicação e comprometimento com as oportunidades dadas. Tal dilema me faz reportar as teorias de Wroom acerca da expectativa. Se de um lado jovens buscam sem muito compromisso posições que lhes satisfaçam necessidades imediatas e temporárias, constato que os mais velhos trazem na sua busca expectativas mais longevas. Assim sendo, o dilema do consultor permanece.

Entendo que cabe ao empresário ou aos gerentes optar pela solução mais próxima daquilo que toda empresa precisa, ou seja, resultado. Um severo e rigoroso processo seletivo dotado de entrevistas detalhadas, longas e investigativas, deverá proporcionar a melhor escolha. O que importa é conseguir através delas a obtenção do melhor perfil que possa atender as verdadeiras necessidades do cliente. Portanto, neste mister fica clara a importância de que seja utilizado acima de tudo o bom senso acima do preconceito de um ou de outro. Isso significa ter juízo.

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CINEMA  DESENVOLVE INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

CINEMA DESENVOLVE INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Para quem quer desenvolver  sua inteligência emocional, assistir filmes pode ser um grande reforço. Claro, além de estudar o assunto teoricamente. Filmes que venham a provocar  reflexões mais profundas sobre a vida, as pessoas, comportamentos, e que te façam refletir sobre valores humanísticos a exemplo de  “Sociedade dos Poetas Mortos” , “Benjamin Button”,   podem sim otimizar comportamentos e a Inteligência Emocional de quem assiste. É importante e óbvio que  a pessoa deva estar disposta a refletir e tirar deles ensinamentos para sua vida, querendo sim, aproveitar e desenvolver suas competências intrapessoais e interpessoais.

É óbvio que a primeira intenção ao buscar um título é a diversão. Mas tenho diversos exemplos de pessoas que me confessaram  ter desenvolvido sua inteligência emocional à partir de um filme impactante.

Portanto , fica aqui a dica: Escolha um bom título, uma sinopse impactante, e providencie a pipoca, daí é só assistir    com olhos de criança e de aluno.

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ASSÉDIO MORAL

ASSÉDIO MORAL

A Atendendo pedidos dos leitores trago para reflexão o assunto recorrente “ ASSÉDIO MORAL” , cometido costumeiramente dentro das empresas seja por falta de conhecimento sobre o assunto seja por total despreparo dos seus dirigentes. Abaixo o que falam os especialistas:

“ Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados” . A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, frequentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ’pacto da tolerância e do silêncio’ no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ’perdendo’ sua autoestima.

Em resumo: um ato isolado de humilhação não necessariamente é assédio moral. Este, pressupõe:

a) repetição sistemática;
b) intencionalidade (forçar o outro a abrir mão do emprego);
c) direcionalidade (uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório);
d) temporalidade (durante a jornada, por dias e meses);
e) degradação deliberada das condições de trabalho.

“ …Devemos combater firmemente por constituir uma violência psicológica, causando danos à saúde física e mental, não somente daquele que é excluído, mas de todo o coletivo que testemunha esses atos.” (De acordo com a OIT BARRETO, M. Uma jornada de humilhações. São Paulo: Fapesp; PUC, 2000.)

Portanto seja qual for o tamanho da sua empresa, mantenha-se atento. Pratique a disciplina sem perder o respeito pelo seu capital humano.

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EM 2015, ‘SAIA DA CASINHA’

EM 2015, ‘SAIA DA CASINHA’

Em tempos de competitividade aguda, buscar crescimento na carreira torna-se fundamental. Para trabalhadores de qualquer nível que desejam enfrentar esse desafio, uma qualidade essencial é a multifuncionalidade. As empresas estão cada dia mais avaliando as competências de seus funcionários e tomando como base, além de outras qualidades, a capacidade de cada trabalhador entender não apenas a sua função, mas as outras interligadas (ou não) à sua na máquina produtiva ou organizacional.

Respostas do tipo “não sei” devem ser substituídas por “eu aprendo”, “esta não é minha função” por “pode contar comigo”. É certo que subirão mais rápido os degraus da carreira aqueles trabalhadores que não se limitarem a conhecer unicamente suas atribuições e responsabilidades; aqueles dotados de visão sistêmica e ambição sadia, capazes de buscar o conhecimento das tarefas dos colegas de outros setores; os que possuam a humildade de perguntar, perguntar e perguntar; os que auxiliam os colegas nos minutos vagos, que topam qualquer desafio fora da sua função e assim aprendem o tempo todo.

Quando a empresa precisar substituir ou promover alguém, certamente estas pessoas serão lembradas.

Em 2015, “saia da casinha” da sua função, aprenda o máximo que puder de outros setores. Sua empresa é uma escola e você recebe para aprender.

Um ótimo fim de semana a todos!

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INTELIGÊNCIA EMOCIONAL E EMPREGABILIDADE

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL E EMPREGABILIDADE

Cada dia mais o quociente emocional (Q.E.) se torna tão ou mais relevante que o quociente intelectual ( Q.I.) na avaliação das mais diversas posições disponíveis no mercado. De acordo com Goleman (1998) em “Inteligência Emocional”, seu best seller o qual recomendo, inteligência emocional em resumo é: “…capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos.”. Para ele, a inteligência emocional é a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Como exemplo, recorda que a maioria das situações de trabalho é envolvida por relacionamentos entre as pessoas e, desse modo, pessoas com qualidades de relacionamento humano como afabilidade, compreensão e gentileza, têm mais chances de obter o sucesso. Ele divide o estudo em 5 habilidades: 1. Autoconhecimento Emocional – reconhecer as próprias emoções e sentimentos quando ocorrem; 2. Controle Emocional – lidar com os próprios sentimentos, adequando-os a cada situação vivida; 3. Automotivação – dirigir as emoções a serviço de um objetivo ou realização pessoal; 4. Reconhecimento de emoções em outras pessoas – reconhecer emoções no outro e empatia de sentimentos; 5. Habilidade em relacionamentos interpessoais – interação com outros indivíduos utilizando competências sociais.

Portanto, esteja atento a sua Inteligência Emocional e o quanto ela pode fazer por sua carreira. Existem dezenas de testes disponíveis no Google onde você pode fazer uma avaliação prévia, analisar, mapear seus limitadores e buscar seu auto-aperfeiçoamento.

Um ótimo final de semana a todos.

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TER UM SÓCIO!? É BOM NEGÓCIO?

TER UM SÓCIO!? É BOM NEGÓCIO?

Não tenho lembrança de quantas vezes alguém me fez esta pergunta, nem quantas vezes vi tentativas frustradas de sociedade. Como colunista, preciso ter a responsabilidade de alertar meus leitores para o perigo que representa uma montagem societária. Posso, para não ser pessimista, apontar vários casos de sucesso onde encontrei sócios alinhados em objetivos, comportamentos, exemplos e modelos de gestão harmônicos, mas isto posso afirmar que representa uma raridade. Em geral as sociedades são montadas mais no poder financeiro que se completam do que na identidade real com o negócio, seus  objetivos, rotinas e metodologias de gestão.  Desta forma, muitos empreendimentos fantásticos e potencialmente rentáveis que atendem as necessidades mercadológicas da comunidade, sucumbem aos conflitos, diferenças de postura com relação aos clientes e de relacionamento com os mesmos.

Assim posso aconselhar a todos os leitores que, antes de firmar uma sociedade verifique: a) Sua identidade de propósitos com seu sócio; b) Se serão capazes de adotar padrões e métodos modernos, inovadores pertinentes à atividade; c) Se serão capazes de ter a humildade suficiente para dividir responsabilidades e decisões; d) PRINCIPALMENTE, se estarão harmônicos nas ações de RELACIONAMENTO COM OS CLIENTES;

Lembre-se, capital físico e financeiro não garantem mais sucesso nos negócios. Um ótimo relacionamento com seu Capital Humano e com seus clientes é o grande segredo para o sucesso. Isto significa ter juízo.

Um ótimo fim de semana a todos!

happy wheel