setembro 2018 - Prof. Rotter
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ABORDAGEM VENDE MAIS

Quantas vezes você já entrou numa loja e ficou circulando um tempão sem ser atendido e acabou decidindo ir embora? Por certo que muitas. Todos os dias e o tempo todo alguém passa por isso porque lojistas não estão preparados e nem preparam seus vendedores para esta fase tão importante do processo de vendas que é a abordagem.

O Cliente deve ser abordado imediatamente pelo primeiro profissional que estiver na linha de frente. Se quem estiver nessa situação for o Gerente, caberá a ele sim abordar o cliente.

Esta abordagem deve ser composta de no mínimo saudação, sorriso e apresentação pessoal. Se incluir o desejo de boas vindas aí ficará perfeito; Estima-se que lojas perdem um faturamento proporcional a 20% do seu faturamento líquido mensal pela deficiência no quesito “abordagem”.

Então mãos à obra! Aumente suas vendas fazendo da “linha de frente” da sua loja um time afinado na arte de bem receber os clientes.

Uma ótima semana a todos!

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CUIDE BEM DAS PESSOAS!

CUIDE BEM DAS PESSOAS!

“Como você pode humilhar e menosprezar alguém e querer que ela se preocupe com a qualidade do produto ou serviço?”
Quando Tom Peters escreveu esta frase de extremada sabedoria realística, certamente incorporava a indignação que nós consultores sentimos diariamente ao perceber empresas tratando colaboradores como “gado”; acreditando que estes são absolutamente incapazes de SENTIR.
Ainda existem empresários e gerentes que acreditam no ditado “manda quem pode e obedece quem tem juízo”. Vivem na idade da pedra. Se o colaborador é ruim, isso é devido a três hipóteses: ou foi mal contratado, ou foi mal treinado, ou está sendo mal liderado. Em todas elas o empresário é o grande responsável e não cabe aqui nenhum motivo para advertência: admoestação, suspensão, demissão. Cabe sim, uma reflexão profunda sobre o papel que a empresa tem, de terceira escola de pessoas que realmente querem trabalhar.
Ao longo de minha carreira como executivo aprendi que ninguém sai de casa para destruir a empresa que trabalha, salvo uma extremada falta de habilidade do gestor de lidar com o capital humano. Estas são as pessoas que lhe trazem lucratividade e que não podem ser penalizadas por terem escolhido a carreira de “empregados”. Todas são dignas e merecem, acima de tudo, RESPEITO.