abril 2015 - Norberto Rotter
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MUDAR DE EMPREGO OU DE FUNÇÃO?

MUDAR DE EMPREGO OU DE FUNÇÃO?

Comumente encontro colaboradores valiosos atuando em setores diversos das corporações, porém insatisfeitos com seu trabalho. Quando desencadeamos uma Pesquisa de Clima, percebemos que muitas vezes pessoas valiosas para a empresa e que querem trocar de emprego por insatisfação, em verdade ocupam posições para as quais não tem perfil. Se fossem devidamente entrevistadas e minuciosamente avaliadas, teriam suas competências e talentos melhor aproveitados em outras funções ou departamentos.

Uma empresa na prática funciona como tabuleiro de xadrez, onde cada um exerce seu papel ou deveria exercer de acordo com a sua total capacidade de empreender individualmente por seu máximo. É recomendável, portanto, que as lideranças empresariais atuem diariamente de forma humanística e investigativa, procurando melhorar o posicionamento da sua força ativa de trabalho. Muitas vezes, transferir um colaborador de setor o fará triplicar seus potenciais e sua motivação. Líderes devem ser maestros utilizando seu talento para harmonizar ‘’equalizadamente’’ sua equipe em busca dos objetivos empresariais, pense nisso!

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JOVENS OU APOSENTADOS?

JOVENS OU APOSENTADOS?

Tenho sido questionado por diversas vezes nos últimos tempos sobre qual a melhor opção: contratar jovens inexperientes ou senhores e senhoras aposentados, para frentes de trabalho emergentes? Confesso que tenho ficado dividido na medida em que percebo jovens em busca de trabalho imediatista e para atender necessidades prementes. Ao mesmo tempo, percebo também aposentados, senhores e senhoras, que após longos anos de empenho e dedicação não encontram em suas aposentadorias a estabilidade recompensadora que esperavam.

Estas pessoas calejadas, pelo contrário, além de querer provar que ainda são úteis, demonstram invariavelmente maior dedicação e comprometimento com as oportunidades dadas. Tal dilema me faz reportar as teorias de Wroom acerca da expectativa. Se de um lado jovens buscam sem muito compromisso posições que lhes satisfaçam necessidades imediatas e temporárias, constato que os mais velhos trazem na sua busca expectativas mais longevas. Assim sendo, o dilema do consultor permanece.

Entendo que cabe ao empresário ou aos gerentes optar pela solução mais próxima daquilo que toda empresa precisa, ou seja, resultado. Um severo e rigoroso processo seletivo dotado de entrevistas detalhadas, longas e investigativas, deverá proporcionar a melhor escolha. O que importa é conseguir através delas a obtenção do melhor perfil que possa atender as verdadeiras necessidades do cliente. Portanto, neste mister fica clara a importância de que seja utilizado acima de tudo o bom senso acima do preconceito de um ou de outro. Isso significa ter juízo.